sábado, 22 de novembro de 2014

Invenção holandesa transforma Coca-Cola em água potável


Hoje em dia é mais provável que encontremos uma garrafa de Coca-Cola em qualquer ponto do Planeta do que água potável, e foi essa a teoria por trás deste equipamento desenvolvido por Martien Wubdemann, estudante de mestrado da Universidade de Amesterdão, e Helmut Smits.
A máquina chama-se The Real Thing – poderá ser um trocadilho com uma qualquer campanha de marketing da Coca-Cola – e utiliza um processo básico de destilação: ela ferve a Coca-Cola para produzir vapor de água, que é recolhido num copo em separado. E apesar de o aparelho não estar feito para ser produzido em larga escala, ele tem o dom de nos pôr a pensar nas nossas prioridades de consumo. “Não quero que todas as garrafas de Coca-Cola se transformem de volta em água, mas quero que as pessoas percebem como nós, humanos, criamos o mundo à nossa volta e fazemos perguntas”, explicou Smits.
A máquina esteve presente na Dutch Design Week – que esperamos não tenha sido patrocinada pela própria Coca-Cola ou algumas das suas marcas comercializadas. O que não deixaria de ser uma grande ironia.
Segundo Smits, a ideia para esta máquina teve como pano de fundo a forma hipotética como uma criança ou extraterrestre poderiam olhar para o mundo. Quando nos apercebemos da quantidade de água que uma Coca-Cola gasta, parece um desperdício de recursos, sobretudo quando, em algumas partes do globo, há quem mais facilmente tenha acesso a uma Coca-Cola do que a água potável.
“De repente, uma máquina que filtre Coca-Cola em água potável faz bastante sentido num mundo em que beber água potável pode ser mais difícil do que beber um refrigerante”, concluiu.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Os Perigos de adicionar Flúor na Água


OS PERIGOS DE SE ADICIONAR FLÚOR À ÁGUA POTÁVEL






Os Perigos de Adicionar Flúor à Água Potavel


Produtos químicos e aditivos no nosso abastecimento de água tem sido o foco das atenções nos últimos tempos. O flúor é a principal preocupação. O silicofluorides utilizado no abastecimento de água do agregado é os resíduos tóxicos das empresas de fertilizantes fosfatados. Eles contêm quantidades perigosas de chumbo, arsênico, mercúrio, berílio e radionuclídeos (24). Eles são todos registrados como uma "parte 2 veneno" ao abrigo do Poisons Act 1972 e são uma violação da "Lei de Delitos contra as Pessoas 1861”, que proíbe a administração de qualquer substância venenosa (ibidem).






No ano passado, o Governo aprovou um projeto de água, tornando-a ilegal para as empresas de água para não 'adicionar flúor à água potável. Como isso começou por despercebido permanece um mistério. Felizmente, o National Pure Water Association (NPWA) é sobre o caso. Eles estão executando uma campanha em curso para a fluoretação da água parada obrigatória em nosso abastecimento de água.Há um sentido de urgência a respeito da segurança da nossa água, e se nós, como indivíduos não fazer algo sobre isso, podemos dizer adeus a nossa água potável.Os perigos de flúor são bastante assustadores. Os dentistas ainda confirmam que fortalecem os dentem, mas isso não é exatamente verdade. Ele realmente provoca a fluorose dental, que é a manchas e corrosão dos dentes e tem sido conhecida desde 1936. Esta imagem mostra os quatro estágios da doença. De saúde, não é tão saudável:






Ela também provoca fluorose esquelética, enfraqueceu a estrutura óssea e está ligada ao baixo QI em crianças. Fluoreto desloca o iodo mineral que leva ao hipotireoidismo (metabolismo lento). Ela aumenta o risco de câncer ósseo em adolescentes do sexo masculino, que pode causar osteoporose e levou a fraturas de quadril.Como mencionado anteriormente, o flúor está ligado a menor QI em crianças. . Esta tem sido bem documentada em um relatório de pesquisadores na China. Em uma comunidade onde havia altos níveis de flúor a média de QI era de 98.

Na outra área, onde testaram os níveis de fluoreto era baixa, a média foi de 105 (ibid). Uma mudança de QI de 7 pontos em uma população inteira tem uma população de grande envergadura, assim como impactando membro do indivíduo, portanto, estes resultados merecem atenção sobre o que esta medicação em massa está a fazer para os cérebros dos nossos filhos.

Os bebês alimentados com fórmula láctea feita com água da torneira receber 50-100 vezes mais flúor do que aquelas que são amamentadas.

Para saber se sua água tem flúor nela, chame a sua companhia de água local. Legalmente, eles têm a dizer. Se for isso, confira: npwa.freeserve.co.uk


Fonte:http://www.curaeascensao.com.br/alimentacao_saude/agrotoxico/agrotoxico6.html

Fruki Conquista Premio na Área da Alimentação

http://pressreleasesbrasil.com/fruki-conquista-importante-certificacao-na-area-de-seguranca-em-alimentos/

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Indústria de água mineral entra na "era do colágeno"



PARA DEIXAR DE SER SÓ UMA COMMODITY, BIOLEVE, DE LINDOIA (SP), CRIA BEBIDA FUNCIONAL COM 10 GRAMAS DE COLÁGENO
Por Françoise Terzian 9/mai/2013 14:33
A Bioleve, empresa de Lindoia (SP) que se define como a quarta maior envasadora de água mineral do país, parece ter encontrado uma forma de se livrar do conceito de "commodity". Depois da a Danone criar sua água com baixo teor de sódio (Bonafont) e da Ouro Fino desenvolver embalagens coloridas como a red, blue e pink, a Bioleve agora surge com a sua Colágeno 10.

A bebida que está sendo apresentada esta semana a redes de farmácias, lojas de produtos naturais e academias marca a entrada da Bioleve no segmento de alimentos funcionais. 

Acondicionada em garrafas PET de 360 ml, ela combina água mineral com 10 gramas de colágeno, fibras alimentares e vitaminas. O produto não tem açúcar nem gordura. 

Mas, atenção, a bebida não assegura o tão desejado corpo durinho. "Sua função não é restaurar e sim preservar e retardar o avanço do nosso envelhecimento cutâneo”, promete Sylvio Parente, diretor da Bioleve.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Água Petrópolis




A marca de água Petrópolis estreia uma campanha de TV descontraída com a mensagem de que ficar em forma pode ser bem divertido. Inspirado na produção da marca francesa Contrex, do grupo Nestlé Waters, o filme "Pick-up Gigante", da campanha "Petrópolis Experience" reuniu grandes nomes da publicidade mundial e brasileira e mais de 550 pessoas, entre equipe de produção e figurantes, com 30 dias de pré-produção e montagem de cenário.
Trata-se do maior investimento em marketing da história da marca Petrópolis, que contou com o envolvimento de profissionais como o inglês Dan Gifford (direção), premiado e reconhecido mundialmente por suas produções publicitárias, o venezuelano Federico Alfonzo (fotografia), e a direção de criação de Hugo Rodrigues e Leo Macias, que assina a criação com Eduardo Pastor e Guilherme Nesti, da Publicis Brasil, agência da marca.
Com o conceito “Tem sempre um jeito divertido de ficar em forma. Beba Petrópolis”, o filme se passa em um belo cenário carioca, a praia de Icaraí, em Niterói. Na areia, foram montadas duas pick-ups de DJ gigantes, ocupando uma área de 400m², onde, impulsionados pela curiosidade, os frequentadores da praia movem os vinis das pick-ups e, com isso, surpreendentemente dão início a uma música contagiante e também à projeção, em um prédio da orla, de um DJ que interage com a galera. Ao final, depois do esforço físico que fizeram para mover as pick-ups, o DJ os aplaude e exibe a mensagem “Vocês perderam 2.000 calorias”.
“Para marcar o retorno de Petrópolis à mídia, buscamos um filme impactante, que unisse perfeitamente o espírito jovem da marca às grandes paixões do carioca: o cuidado com o corpo e com a saúde, e a música”, diz Vivian Horng, gerente da marca.  
O comercial estreou em primeira mão na fanpage da marca (www.facebook.com/AguaMineralPetropolis), para que os internautas possam compartilhar com os amigos a mensagem de que tem sempre um jeito divertido de ficar em forma. A estreia em TV aberta ocorre em 27 de janeiro.
Veja o vídeo:

sexta-feira, 4 de maio de 2012

PAGUE EM 2 X SEM JUROS




Pague sua reposição de Água Mineral sem sair de casa com 
os Cartões de Crédito e Débito MASTERCARD e BANRICOMPRAS.

Pague parcelado em até 2 Vezes sem Juros

Trabalhamos com as seguintes Marcas:

Fontes de Belém
Chafariz
Itati
Elan
Água Da Pedra
Boca Da Serra
Água do Campo Branco
Fonte da Lomba
Ijuí Levíssima
Sarandi

Trabalhamos também com a linha descartável da Marca Floresta e 
Sarandi com embalages de 500 ml, 1500 ml com gás e sem gás e 5 litros.

Na Linha de Acessórios trabalhamos com Torneiras, bombas prática, 
suportes,  torneira para bebedouro elétrico e suporte prático.

Todos nossos produtos não tem cobrança de taxa entrega.
Peça Já pelo fone: (51) 3019-5601/3019-4041

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Fiscalização da Smic nas Distribuidoras de Água Mineral em Porto Alegre



Assista o Vídeo exibido no dia 25/01/2012 no Jornal Band Cidade, onde fiscais da Smic, fazem vistorias no setor de Água Mineral em Porto Alegre




Smic
Fiscalização Água Mineral










segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO FERIADO DE NATAL



Informamos que trabalharemos em horário diferenciado no SÁBADO véspera de Natal

HORÁRIO: DAS 08:00 AS 14:30 Horas


Desejamos a todos nossos CLIENTES E AMIGOS um FELIZ NATAL. E que Deus esteja sempre protegendo a família de todos.




MUITA PAZ E BEM

São os Votos de toda a equipe da Água Saudável

domingo, 2 de outubro de 2011

Água mineral entre os itens da cesta básica

Autor(es): Josie Jeronimo
Correio Braziliense - 02/10/2011

Eis a proposta do governo para popularizar o consumo, reduzir os impostos e amenizar os problemas de saneamento básico

O atraso dos projetos de saneamento básico no país ressuscitou, no Congresso, proposta para retirar impostos da cadeia de exploração da água mineral, devolvendo ao produto status de item básico de consumo. Os produtores reclamam que, na década de 1990, a água mineral foi enquadrada como bebida, como a categoria dos refrigerantes, e, a partir daí, passou a pagar impostos da ordem de 42,7%. Parlamentares da Câmara e do Senado retomaram a discussão da redução de tributos a fim de popularizar o consumo, retirando impostos como Pis e Cofins no âmbito federal e mobilizando governos estaduais a incluir o item na cesta básica. Assim, as taxas cairiam para 7%, índice de ICMS que incide sobre os gêneros de primeira necessidade.

Em tramitação na Câmara, a Medida Provisória nº 540 traz emenda do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) que propõe alíquota zero para embalagens de 1,5l a 20l de água mineral. O parlamentar alega que a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que 65% das internações hospitalares ocorrem pelo consumo de água de má qualidade. "Justifica-se o consumo para uso predominantemente familiar, para que a população possa ter amplo acesso, para melhor qualidade de vida do cidadão brasileiro." A renúncia fiscal é estimada em R$ 160 milhões anuais.

O senador e ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PT-PE) elogia a ideia de incluir a água mineral na cesta básica, mas explica que, isoladamente, a medida não acaba com os problemas de falta de saneamento básico. "Não resolve a questão porque saneamento básico é mais amplo. Há a questão do esgotamento sanitário, embora o acesso ao abastecimento esteja mais difundido. Pode ser interessante, mas não uma solução para a falta de saneamento."

Saúde pública

Atualmente, apenas o estado de Santa Catarina incluiu a água mineral na cesta básica, com alíquota de 7%. O Paraná estuda aplicar impostos de 12% ao produto e Minas Gerais também discute o mesmo índice de tributação. Líder do PPS na Câmara, o paranaense Rubens Bueno afirma que a medida é um paliativo, mas a qualidade da água representa economia em termos de saúde pública. "Pode ser que, momentaneamente, seja salutar a água na cesta básica. Nós temos 100% de água tratada e 50% de esgoto tratado, não basta ter água tratada e não ter esgoto tratado. Cada R$ 1 investido em saneamento gera uma economia de R$ 3 a R$ 4 em saúde pública."

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Água Mineral (Abinam), Carlos Alberto Lancia, explica que a desoneração poderá reduzir o preço do produto em 50%. De acordo com Lancia, o consumo per capita do brasileiro é de 40l de água mineral por ano. Na Europa, a média é de 120l. O representante do setor reclama que a água mineral paga mais imposto do que determinadas bebidas alcoólicas. "Até cachaça paga menos imposto do que a água, o imposto é de 12%. A Abinam está encampada nisso para corrigir um erro cometido em 1992, quando decidiram chamar a água mineral de bebida."


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Feriado

Não Trabalharemos dia 23/06/2011 (Corpus Cristhi). Voltaremos normalmente na sexta feira e no sábado.

Atenciosamente
Água Saudável Distribuidora
Fones (51) 3228-1599/3019-4041

segunda-feira, 18 de abril de 2011

HORÁRIO DO FERIADÃO



          Caros Clientes, comunicamos aqui que não trabalheremos na Quinta e nem na Sexta feira. No Sábado o horário será das 08:30 as 17:30. Façam seus pedidos pelo fone (51) 3228-1599 com antecedência.



ATT. A direção

sábado, 16 de abril de 2011

ALERTA AO CONSUMIDOR DE ÁGUA MINERAL

         A Associação dos Distribuidores de Água Mineral do RS (Adam-rs), em face do recebimento de denúncias, faz um alerta ao consumidor final:




FIQUE ATENTO AO PREÇO DA ÁGUA MINERAL, POIS PREÇO MUITO ABAIXO DO PRATICADO PELA MAIORIA DAS DISTRIBUIDORAS SUGERE PROBLEMAS.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A Revista Inglesa Bottledwaterworld faz a seguinte comparação:



" Enquanto a Água da torneira transmite a impressão de estar impregnada de produtos químicos , na Água Mineral pode-se encontrar o ar da montanha e o frescor da natureza, que deixam em você uma sensação de limpeza e virtude"



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

INOVAÇÃO NO MERCADXO DE ÁGUA MINERAL

O mercado de água mineral passa por um período de avanços, abrindo espaço para criatividade e prestação de serviço.


Precursora no estado dos garrafões coloridos e tampa de rosca, facilitando a vida dos consumidores, a Santa Maria quer agora inovar nas embalagens, exibindo imagens dos principais pontos turísticos de Natal.

A Santa Maria conquistou a liderança por trabalhar o mercado de forma profissional e ousada, buscando a melhoria permanente, construindo idéias novas, atualizando tecnologia, procedimentos e incorporando inovação e ciência no negócio.





Fonte: http://www.aguamineralsantamaria.com.br/inovacao.php


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Bombonas de água mineral tem vida útil de três anos

Jessica Gustafson, especial para o JC

 
Muitos consumidores desconhecem o fato de que água mineral tem prazo de validade, isto vale tanto para o conteúdo quanto para a embalagem. Os vasilhames de 20 litros devem ser descartados após três anos de uso, segundo portaria do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).

Entretanto, as chamadas bombonas acabam sendo vendidas com esse prazo vencido, o que impossibilita o seu retorno para o estabelecimento e consequentemente a devolução do casco para o distribuidor. Em muitos casos, os consumidores têm sido surpreendidos com a não aceitação do garrafão no momento da compra da água, com a alegação de que a embalagem está fora do prazo de validade. Até aí estaria tudo correto, se não fosse o fato de o produto ter sido comprado há poucas semanas e já vencido. “A primeira responsabilidade é do consumidor que não deve comprar nada vencido”, instrui Valdemar Camargo, Coordenador de Fiscalização do Procon Porto Alegre. A maioria dos postos de distribuição só recebe os vasilhames com data limite de janeiro de 2008.

Segundo Camargo, o Procon fiscaliza as três envasadoras de Porto Alegre e os postos de distribuição, inutilizando qualquer bombona que se encontre fora do prazo. Entretanto, como os locais são muitos, a vistoria total é complicada de ser realizada. “Calculamos que hoje em Porto Alegre existam 120 mil bombonas, destas, 20 mil estão circulando e não devem voltar para a origem”. Por fim, o coordenador complementou que um trabalho vem sendo realizado com o objetivo de tornar mais visível a data de validade deste produto, retirando-a do fundo da embalagem.


A Portaria 387/08, do DNPM, responsável pela fiscalização do produto e distribuição, estabelece as condições necessárias para as embalagens de água mineral ou potável de mesa serem utilizadas com maior segurança sanitária e integridade do produto obtido da fonte d’água. Os técnicos do DNPM explicam que “a referida portaria exige da empresa de água mineral que não envase a água em embalagens com prazo de validade vencido e que apresente laudo de laboratório, certificando todas as novas embalagens adquiridas quanto a seus requisitos mínimos de qualidade”.


No sistema renovável, como é o caso dos garrafões de 20 litros, a embalagem é reutilizada sucessivas vezes, o que torna o sistema de utilização mais complexo se comparado com as descartáveis. Este uso prolongado necessita de maior padronização para que se garanta a qualidade do produto. Assim, o DNPM estabelece que sejam respeitados os prazos, o material de fabricação das bombonas, as especificações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

terça-feira, 2 de novembro de 2010

COMUNICADO IMPORTANTE AOS NOSSOS CLIENTES:


         Caro Cliente: Você está recebendo, através de nossa entrega, uma Bombona de Água Mineral VALIDADA E DEVIDAMENTE,  CERTIFICADA em troca da atualmente utilizada em vossa residência.

          Salientamos que estamos reaizando esta troca de garrafões, em cumprimento as portarias 387 e 358 do DNPM (Departamento Nacional de Produlção Mineral) na qual proíbe o envase de Água Mineral em vasilhames com data superior a três anos.

         Esta medida altera muito a relação com nossos clientes, pois além da diminuição do risco de contaminação pelo vazilhame e da melhora do aspecto visual das Bombonas, haverá necessidade da FIDELIZAÇÃO quanto ao fornecimento de nossa empresa. Nossa empresa mantém o cadastro de clientes com o histórico de compras e pelo cadastro identificamos quais clientes tem garrafões fornecidos por nossa empresa. 

        Assim sendo, os vasilhames NOVOS e certificados entregues  DEVERÃO RETORNAR A CADA REPOSIÇÃO DE ÁGUA MINERAL POR NÓS REALIZADA, pois esta é a única forma de garantir o efetivo controle e manutenção do vasilhame novo que lhe está sendo enviado a partir de agora.
        Agradecemos a compreensão e contamos com sua colaboração para mantermos a qualidade dos produtos e serviços prestados a você.

A Direção

História Água Mineral ELAN


A total dedicação aliada à dedicação com saúde e futuro de sua família, fez que o Sr. José Renato de Miranda, no ano de 1986, buscasse uma analise mais profunda da água consumida em sua propriedade, junto ao Parque Samuara, em Caxias do Sul região nordeste da serra gaúcha.

Após o resultado que classificou a água como pura e de excelente propriedades para o consumo, varia idéias surgiram. Assim, vislumbrando a possibilidade de implantar um negocio que refletisse sua postura ética, de responsabilidade social e ambiental, incentivado pela sua esposa Delézia Aurora de Miranda, passou a percorrer muitos caminhos. Entre elas a aprovação do alvará de pesquisa, e perfuração do poço a analise de certificação com água mineral pelo LAMIN (Laboratório de Análises Minerais) e a publicação no diário oficial da concessão de lavra, em 21/06/2004.

Em 15/04/1992 foi constituída a empresa Águas Minereis Fontes D’ Miranda passando a promover saúde para um maior numero de pessoas através da Água Mineral Elan que teve sua primeira garrafa no mercado em 14/09/1985.

Neste mesmo período, aconteceu a inauguração das instalações fabris tornando a Fontes D’ Miranda uma empresa modelo em padrão de qualidade neste novo milênio.

Numa década em que as atenções estão voltadas à escassez dos recursos naturais e o bem estar do ser humano, a Água Mineral Elan adota uma atitude responsável, de respeito ao publico consumidor, através dos constates investimentos em tecnologia e treinamento para aperfeiçoamento e superação dos seus colaboradores, a fim de garantir a qualidade e pureza do produto que coloca no mercado.

Fonte: http://www.site.aguaelan.com.br

domingo, 10 de outubro de 2010

DISTRIBUIDORES NÃO CONSEGUEM COMPRAR GARRAFÕES DE ÁGUA MINERAL

        Está cada vez mais crítica a situação da falta de garrafões de Água Mineral no RS. Os Distribuidores tem ligado com frequéncia para a associação atras de informações e reclamam da dificuldade em adiquirir novos garrafões de 20 litros junto as indústrias .

       A informação que nos repassam é que o prazo de entrega é de 60 a 90 dias, e isso acontece devido a reposição dos garrafões que a portaria 387 do DNPM exige.
       A Associação dos Distribuidores  e Engarrafadores de Água Mineral do RS (Adam-RS), observa também um crescente número de Distribuidoras fechando suas portas e isso se deve ao alto custo na troca dos vazilhames de Água Mineral.
Texto : Adam-rs

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Fruki reformula estratégia para ampliar participação no Sul


Com sede em Lajeado, a 120 quilômetros de Porto Alegre, a empresa detém share de 12% no mercado gaúcho de refrigerantes desde 2006. A expectativa para 2010 é que haja expansão em 13% da receita sobre os R$ 116,6 milhões brutos faturados em 2009. E, para alcançar esse percentual, a Fruki Bebidas concentrou a entrega nos pontos de vendas com maior volume, encerrou a distribuição de cervejas da gaúcha Dado Bier, faz estudos para abrir franquias e tenta acelerar a diversificação das linhas de produtos.

Segundo Nelson Eggers, presidente da empresa, a intenção é reforçar o portfólio, que inclui água mineral, um repositor energético, chás e sucos. Mas os lançamentos estabarram em dificuldades, como os altos custos das embalagens e a demora dos processos de registro de marcas, que tramitam há quatro anos no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).

Quanto às franquias, Eggers não dá detalhes, mas o modelo poderia ser utilizado na produção de itens da marca em Santa Catarina e no Paraná, ampliando assim o mercado consumidor da companhia. A capacidade de produção atual é de 300 milhões de litros por ano e para 2010 prevê uma produção entre 170 e 180 milhões de litros, incluindo refrigerantes, água e repositor energético.

Os pontos de venda também foram reduzidos. De 8,2 mil estabelecimentos em 2004, o número chegou a 36 mil cerca de quatro anos depois. Agora caiu para 30 mil. Foram excluídos pontos que apresentavam histórico de maus pagadores ou compravam volumes muito pequenos. A Fruki também conta com 200 vendedores próprios que visitam cerca de 6 mil clientes por dia.

As cervejas Dado Bier eram distribuídas pelas Fruki, mas o contrato acaba de ser encerrado. De acordo com Eggers, a empresa “não tem vocação” para trabalhar com produtos de terceiros. "Precisamos batalhar por nossas marcas", explica.

sábado, 31 de julho de 2010

ADAEG (Associação dos Distribuidores de Água do Estado de Goiás)

         Aos poucos o setor de Água Mineral começa perceber sua força, e desta maneira muitas associações de distribuidores tem sido fundadas.

        Exemplo disso é o Estado de Goiás, que na necessidade de os Distribuidores terem uma representação eficaz e combatente para defender seus interesses, que foi fundada recentemente a ASSOCIAÇÃO DOS DISTRIBUIDORES DE ÁGUA DO ESTADO DE GOIÁS -ADAEG- .

        Costumo dizer sempre que distribuidor orgnizado é sinônimo de mercado organizado. Precisamos entender a importância dos Distribuiores de Água Mineral para a sociedade, tanto na geração de empregos como na geração de renda.

        As indústrias de Água Mineral já estão percebendo que é de vital importância uma aproximação real com todos os Distribuidores de Água Mineral atravéS das associaçãoes.

        Parabéns aos Distribuidores de Água Mineral do Estado de Goiás por esta iniciativa, e assim como no Rio Grande do Sul eles jácontam com uma associação
.
      Boa Noite

      Leandro Greff

terça-feira, 27 de julho de 2010

Água Mineral de puro LUXO !!!




    Apesar do nome, a água mineral Fillico Beverly Hills é japonesa, vinda diretamente dos mananciais de Kobe. As luxuosas garrafas são feitas de vidro fosco e enfeitada com cristais Swarovski. Para dar o retoque final, a tinta utilizada para as inscrições tem partículas de ouro. Cada uma destas garrafas custa 100 dólares, mas o preço poderá subir para o dobro se preferir uma garrafa com a coroa de prata ou coroa de ouro. (na foto mostra duas versões, o rei e a rainha). A bebida é vendida apenas em locais selecionados, e já é a água mineral mais pedida no hotel Ritz Carlton, de Tóquio.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O packaging da água mineral San Pellegrino assinado por Missoni

O packaging da água mineral San Pellegrino assinado por Missoni

publicado: terça 20 julho 2010 por Janaína Ávila em: Designer Curiosidades Made in Italy
O packaging da água mineral San Pellegrino  assinado por Missoni
Tudo començou com a água francesa Evian, que há alguns anos, realizou a sua primeira coleção de garrafas customizadas com uma versão extra luxo assinada por Christian Lacroix, depois por Jean-Paul Gaultier e Paul Smith. Depois veio a Coca-Cola, que convidou outros estilistas, como Karl Lagerfeld, Roberto Cavalli e Manolo Blahnik para criarem as suas versões da famosa garrafinha.
A última colaboração, em ordem de tempo e marca de bebidas, é o “casamento” todo italiano entre a San Pellegrino e Missoni, que apresenta a sua versão para a embalagem de uma das águas mais consumidas na Itália – e famosa em todo o mundo. Mais do que nas outras ocasiões, a releitura é muito respeitosa em relação ao brand: a logo e as cores não foram alteradas e o toque da maison aparece na textura de fundo, muito elegante e facilmente identificável.
Como era de se esperar, a confecção é em edição limitada e foi criada dentro do projeto “Missoni Italian Talents“, que tem como objetivo, a promoção do Made in Italy. As garrafas serão distribuídas em restaurantes selecionados, por três meses.
Il packaging  dell'acqua San Pellegrino firmato MissoniIl packaging  dell'acqua San Pellegrino firmato MissoniIl packaging  dell'acqua San Pellegrino firmato MissoniIl packaging  dell'acqua San Pellegrino firmato MissoniIl packaging  dell'acqua San Pellegrino firmato Missoni

quarta-feira, 14 de julho de 2010

empresas não são obrigadas a receber do consumidor um garrafão com data de validade vencida.

Empresas não são obrigadas a receber do consumidor um garrafão com data de validade vencida.

Fique atento ao garrafão de água fora da validade
Consumidores de água mineral devem estar atentos porque desde o dia 1º de julho os garrafões fabricados entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2007 não podem ser mais utilizados. O prazo é determinado pela Portaria Federal de número 358 do Departamento Nacional de Produção Mineral, ligado ao Ministério de Minas e Energia. No documento, é definido o prazo de validade de três anos para os garrafões retornáveis de 10 e 20 litros, para evitar que resíduos interfiram na qualidade da água. Embora a norma esteja em vigor desde setembro do ano passado, muita gente ainda não tem conhecimento e está sendo surpreendida na hora de fazer a troca dos galões.
Os vasilhames mais antigos estão sendo retirados do mercado de forma escalonada, durante os oito primeiros meses de aplicação da medida. As empresas de água mineral e os distribuidores tiveram prazo para se adequarem à nova legislação. Na prática, a divulgação das novas regras é lenta e isso prejudica o consumidor, que não tem conseguido trocar os galões vencidos, sendo obrigado a pagar, em média, R$ 20 por uma unidade nova e vazia. Com água, os vasilhames custam de R$ 26 a R$ 30.
A dona de casa Célia Maria dos Santos, 60 anos, vivenciou o problema em família. “Soube dos novos prazos porque minha irmã ficou no prejuízo. Não foi informada e quando tentou comprar água o comerciante não quis substituir os botijões. Ela teve que comprar novos”, contou.
O vendedor de água mineral Francimar Faustino, que atua em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, diz que já acumula um prejuízo de R$ 400 só com galões vencidos. “As pessoas não estão sabendo das novas regras. Por mais que a gente tente informar, é preciso uma divulgação maior. Para não perder os clientes, muitos antigos, terminei ficando com os vasilhames”, disse. Segundo ele, algumas empresas de água mineral também não conseguiram se adequar aos prazos e ainda estão trabalhando com botijões vencidos.
A Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), uma das maiores associações de consumidores da América Latina, alerta para que não se adquira galões com quase três anos de uso. No site da entidade (www.proteste.org.br) é possível obter diversas orientações e dicas sobre a nova legislação. A Proteste lembra que as empresas não são obrigadas a receber do consumidor um garrafão com data de validade vencida.
Quem tiver um galão antigo terá que descartá-lo e comprar outro, assumindo o custo. Orienta, também, sobre a importância de verificar a data de fabricação do galão na própria embalagem. “A data de validade no rótulo se refere à água e não à data de validade do garrafão. Mesmo que a água esteja dentro da validade, ela não é própria para o consumo se o garrafão estiver vencido. As pessoas precisam ter em mente que é uma questão de saúde. Tão importante quanto a validade da água é a do galão”, explica a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci.
Caso o consumidor constate a venda de galões com mais de três anos de uso, deve denunciar para o Departamento Nacional de Produção Mineral ou até mesmo para a vigilância sanitária do município. A empresa que vender galões fabricados antes de 2007 pode ser multada.
Fonte: Jornal do Commércio

sábado, 10 de julho de 2010

ÁGUA MINERAL

Águas Minerais: (Código de Águas Minerais) –

São aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns, com características que lhes confiram uma ação medicamentosa.

Águas Potáveis de Mesa: (Código de Águas Minerais) –

São as águas de composição normal, provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que preencham tão somente as condições de potabilidade para a região.

Águas Purificadas Adicionadas de Sais: (Resolução 309/1999 – ANVISA)

São aquelas preparadas artificialmente a partir de qualquer captação, tratamento e adicionada de sais de uso permitido, podendo ser gaseificada com dióxido de carbono de padrão alimentício. Código de Águas Minerais usa o termo soluções salinas artificiais

A água é um direito e não uma mercadoria.

Atualmente os cidadãos compram passivamente água mineral. É comum observarmos garrafões de 20 litros, os quais, às vezes, estão contaminados por bactérias que pode ter ocorrido na fonte, no envase ou no transporte e armazenamento, dependendo do tipo de embalagem.

Um único garrafão contendo água pode ficar meses numa residência ou pequena repartição, recebendo visitas de crianças, que na pressa ou travessura, bebem água sem utilizar necessáriamente o copo, pois usam diretamente a boca e muitas vezes as próprias mãos. Há aproximadamente 40.000 bactérias por cm2 de epiderme humana e cerca de hum milhão de bactérias por cm3 de saliva.

(é bom lembrar que na água mineral não tem cloro, é mais seguro tomar água clorada!)

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PADRÕES DE QUALIDADE E POTABILIDADE

Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa

 
RESOLUÇÃO 36/90: Água Potável e Purificada Adicionada de Sais.

Define padrões para água utilizada no abastecimento. É utilizada para água mineral ou potável de mesa apenas para definir o limite máximo permitido para substâncias não especificadas na legislação específica.

CLASSIFICAÇÃO

Código de Águas Minerais – Decreto – lei 7.841 de 08/08/45.

Critérios Básicos:

I – Características Permanentes da água (composição química) –

Ex.: Iodetada de Pádua, Milneral, Salutaris, Calita, Fênix, Recanto das Águas, Pindó, Caxambu, Raposo, Soledade, Havaí, São Lourenço, etc.

II – Características Inerentes às Fontes (gases e temperatura) –

Ex.: As Lindóias, Serra dos Órgãos, Passa Três, Poá, Termais de Caldas Novas (GO) e Poços de Caldas (MG), etc.

A) CLASSIFICAÇÃO QUANTO À COMPOSIÇÃO QUÍMICA:

OLIGOMINERAL: quando apresentarem apenas uma ação medicamentosa (Ex.: não há no momento – Comissão de Crenologia, temporariamente, desativada);

RADÍFERAS: Substâncias radiotivas que lhes atribuam radioatividade permanente (Ex: não há – não é determinado)

ALCALINA BICARBONATADA : bicarbonato de sódio 0,200g/l. (EX.: Ijuí e Sarandi – RS);

ALCALINO TERROSAS: alcalinos terrosos 0,120g/l. (Ex.: Ouro Fino e Timbú – PR);

ALCALINO TERROSAS CÁLCICAS: cálcio sob a forma de bicarbonato de cálcio 0,048g/l (Ex.: Calita – RJ);

ALCALINO TERROSAS MAGNESIANAS: magnésio sob a forma de bicarbonato de magnésio 0,030g/l (Ex.: Lindágua – RO);

SULFATADAS: sultato de Na ou K ou Mg 0,100g/l;

SULFUROSAS: sulfeto 0,001g/l (Ex.: Araxá – MG);

NITRATADAS: Nitrato de origem mineral 0,100g/l e tiver ação medicamentosa

CLORETADAS: cloreto de sódio 0,500g/l e tiver ação medicamentosa;

FERRUGINOSAS: ferro 0,500g/l (Ex.: Salutaris – RJ);

RADIOATIVAS: contiverem radônio em dissolução (Ex: não há – não é determinado);

TORIATIVAS: torônio 2 unidades Mache/l. (Ex: não há – não é determinado)

CARBOGASOSAS: gás carbônico livre dissolvido 0,200ml/l (Ex.: Caxambu, São Lourenço – MG; Raposo, Soledade e Havaí – RJ);

ELEMENTO PREDOMINANTE: Elemento ou substância raros ou dignos de nota. Iodetada (Pádua – RJ); Litinada (Milneral – RJ); Fluoretada (Fênix – RJ); Brometada (Serra do Segredo – RJ)


B) CLASSIFICAÇÃO QUANTO ÀS CARACTERÍSTICAS INERENTES ÀS FONTES:

(Apenas para as águas minerais)

1. Quanto aos Gases:

FRACAMENTE RADIOATIVAS: teor de radônio entre 5 e 10 unidades Mache por litro de gás espontâneo (Ex.: Minalba Lindoya Genuína – SP, Passa Três – RJ);

RADIOATIVAS: teor de radônio entre 10 e 50 unidades Mache por litro de gás espontâneo (Ex.: Diversas Lindóias, Poá, Shangri-lá – SP);

FORTEMENTE RADIOATIVA: teor de radônio superior a 50 unidades Mache por litro de gás espontâneo (EX.: Araxá – MG);

TORIATIVAS: torônio ? 2 unidades Mache/l. (Ex: não há – não é determinado)

SULFUROSAS: as que possuem na emergência desprendimento definido de gás sulfídrico (Ex.: Araxá – MG);



2. Quanto a Temperatura:

FONTES FRIAS: temperatura inferior a 25ºC;

FONTES HIPOTERMAIS: temperatura entre 25 e 33ºC (Ex.: Serra dos Órgãos – RJ);

FONTES MESOTERMAIS: temperatura entre 33 e 36ºC (Ex.: York – PI);

FONTES ISOTERMAIS: temperatura entre 36 e 38ºC;

FONTES HIPERTERMAIS: temperatura acima de 38ºC (Ex.: Thermas Antônio Carlos – Poços de Caldas – MG; Caldas Novas – GO).

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HISTÓRICO DA ÁGUA MINERAL

Em 1945, com a necessidade de padronizar o aproveitamento das águas minerais brasileiras utilizadas em balneários ou para comercialização através do engarrafamento, o Presidente da República, Getúlio Vargas, exatamente em 8 de agosto de 1945, assinou o Decreto-Lei nº7.841, publicado no DOU de 20 de agosto de 1945, conhecido como o “Código de Águas Minerais”.

Esse Código que logo no seu artigo 1º define as águas minerais como sendo aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns, com características que lhes confiram uma ação medicamentosa, assim como no artigo 3º define águas potáveis de mesa como as águas de composição normal provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que preencham tão somente as condições de potabilidade para a região.

Segundo o Código de Águas, uma água pode ser considerada mineral através da:

- Sua composição química, quando for predominante a presença de um determinado elemento ou substância (§ 1º do artigo 35);

- Quando possuírem comprovada ação medicamentosa (§ 2º do art. 1º)

- Na fonte (art.36º):

a) quando houver uma vazão gasosa de radônio igual ou maior que 5 Maches;

b) quando houver uma vazão gasosa de torônio igual a 2 unidades Maches;

c) quando possuírem desprendimento definido de gás sulfídrico e;

d) quando a temperatura for igual ou superior a 25 C.


Assim, temos na realidade dois tipos de classificação. Uma da água, mesmo distante da fonte, que é a composição química e as características medicamentosas e outra que é dada pelas propriedades da água na fonte, ou seja, pelas características da água que normalmente não se mantém até a casa do consumidor final, como os gases e a temperatura.

Não tornando obrigatório, para a comercialização de água engarrafada, uma água com características próprias e distintas das demais águas, o Código de Águas Minerais permite que qualquer água subterrânea considerável potável e protegida da influência das águas superficiais (art. 26º) seja engarrafada e vendida desde que obedecidos os preceitos da legislação em vigor.

Assim como no Código de Águas o órgão responsável pela autorização e fiscalização dessa indústria de explotação de água é o Departamento Nacional da Produção Mineral, que apesar de ter perdido uma parte de sua competência para o Ministério da Saúde, mantém, diferentemente do que ocorreu em relação às águas superficiais, uma grande atuação em praticamente todo o setor de águas minerais, competindo à Saúde a parte de fiscalização da comercialização e a definição de padrões de potabilidade (resolução 25/76 do CNNPA). Assim, ainda hoje, tanto as indústrias engarrafadoras como os balneários dependem de autorização do DNPM para iniciarem suas atividades.

Esse decreto-lei, que está em vigor até os dias de hoje, dispõe, em 50 capítulos, as formas como poder-se-ão aproveitar as águas minerais e potáveis de mesa. Apesar das pequenas alterações sofridas pelo Código, tendo em vista que alguns artigos fazem ligação com o Código de Minas, diversas vezes modificado até a promulgação da Lei nº 9.314 de 14/11/96, publicada no DOU de 18/11/96, atual Código de Mineração, resolvemos, resumidamente, descrever a forma de atuação do governo para autorizar o aproveitamento dessas águas.

O interessado, depois de realizados estudos geológicos e econômicos, receberá do Ministro de Minas e Energia uma autorização, por tempo indeterminado, para aproveitamento econômico da água mineral ou potável de mesa. Cujo produto final poderá chegar ao comércio logo após a Concessionária tenha obtido junto ao Órgão Ambiental.

Captação da água mineral, se faz por meio de poços artesianos com várias profundidades e vazões e de modo menos comum, de nascentes.

Os reservatórios de água mineral podem ser construídos em alvenaria, com revestimento em azulejos ou tanques em aço inox. Dos reservatórios a água mineral é enviada para as linhas de envasamento.

As tubulações utilizadas para a movimentação da água podem ser em polietileno de alta densidade (PEAD) ou em aço inox. Em muitos casos, a estabilização micro-biológica da água mineral, antes de ser envasada, é efetuada através da utilização do ozônio (O3).

Envasamento – as linhas de envasamento podem ser para embalagens tipo copo, garrafas e garrafões e são constituídas de um sistema de rinsagem do vasilhame, enchedora, lacradora (tampadora), inspeção visual, rotuladora e empacotadora (caixas de papelão).

Enchimento – o processo de enchimento deve preservar as características de qualidade do produto. As inspeções visual ou eletrônica – são de extrema importância para o processo, já que permitem o monitoramento do estado dos vasilhames ou do produto acabado, evitando que ocorram desvios no padrão de qualidade dos produtos.

A rotulagem é a identificação de cada vasilhame de produto, permitindo que seja rastreado da fábrica até o consumidor.

Empacotamento (embalagem) do produto assegura a sua integridade durante o transporte e manuseio da fábrica até o ponto de venda.

Ponto de venda / Consumidor – as vezes no ponto de venda pode ocorrer alterações na qualidade do produto pelo manuseio inadequado do mesmo (queda, exposição a altas temperaturas e etc.).

Na década de 60, a produção brasileira de água engarrafada manteve-se estável até 1968, ano que marcou o início de uma nova fase no mercado, com lançamento do garrafão de vidro de 20 litros pela Indaiá do Distrito Federal. O garrafão possibilitou a ampliação do mercado, nele inserindo um novo consumidor: a empresa. A água mineral engarrafada deixava de freqüentar apenas casas, bares, lanchonetes e restaurantes para estar também presente em indústrias, lojas e escritórios.

Em 1970, outra novidade da indústria de águas minerais a conquista do consumidor, as garrafinhas plásticas de polietileno de baixa densidade (PEBD), embalagem de água Fontana, marca engarrafada pela M. Piccaglia, do Rio de Janeiro. Uma agradável surpresa que facilitou o transporte e até o manuseio do produto pelo consumidor final.

Os três fatos contribuíram para o boom que se verificou no setor a partir de 1972. O ritmo de crescimento ganhou velocidade com a produção do garrafão de plástico (policarbonato) pela Van Leer, em 1979. O novo garrafão sinalizou o desenvolvimento da indústria plástica, que passou a oferecer os mais diversos produtos (PVC, PP, PS e PET) com diferentes capacidades, abrindo novas possibilidades ao setor de água mineral e potável de mesa.

Com esta evolução, a indústria engarrafadora brasileira chegou aos anos 90 produzindo algo além de água mineral ou potável de mesa: o binômio embalagem / produto. Os garrafões respondem hoje por 55% do volume total de águas minerais, comercializadas no país, devido a sua praticidade ganhou espaço em residências, empresas e escolas.

Em 1997 a indústria engarrafadora nacional movimentou em torno de R$ 500 milhões, essa indústria não danifica o meio ambiente, preservando hoje o equivalente ao estado do Sergipe.

A indústria de água mineral e potável de mesa não necessita de suprimento externo para sua perfeita instalação e manutenção, e supre as necessidades de consumo da população brasileira, oferecendo os diversos tipos de água encontrados nas regiões do País, desde as mais leves – como hipotermais no Norte e Nordeste, potável de mesa no Centro-Oeste, francamente radioativas, radioativas e carbogasosas no Sudeste – quanto mais pesadas, alcalinas bicarbonatadas e alcalinas e terrosas no Sul.

Fonte: ANA e ANVISA

(Agência Nacional de Águas e Agência Nacional de Vigilância Sanitária

sábado, 3 de julho de 2010

A água dura

        Em depósitos subterrâneos, a água pode entrar em contato com certos materiais como o calcário (CaCO3) ou a dolomita (CaCO3 . MgCO3).

        Dessa forma, passa a existir em sua composição uma quantidade excessiva de íons Ca2+ e Mg2+, na forma de bicarbonatos (HCO3-), nitratos (NO3-), cloretos (Cl-) e sulfatos (SO42-) o que a torna imprópria para consumo humano. A esse tipo de água chamamos água dura ( com teores acima de 150 mg/L), mole (com teores abaixo de 75 mg/L) ou moderada (com teores entre 75 e 150 mg/L).

         Quando em contato com sabão, a água dura não faz espuma, pois os íons Ca2+ e Mg2+ reagem com o sabão e formam um precipitado.

          O tratamento da água dura para a retirada de Ca2+ e Mg2+ é conhecido por abrandamento ou amolecimento e consiste em fazer a água atravessar uma resina que captura os íons Ca2+ e Mg2+, substituindo-os por íons não prejudiciais ao homem, tais como o Na+ e o H+. Esse procedimento é chamado de método da troca iônica. A remoção da dureza pode também ser efetuada por fervura ou pela adição de algumas substâncias amolecedoras, tais como: Hidróxido de Sódio (NaOH), Carbonato de Sódio (Na2CO3), Fosfato de Sódio (Na3PO4) e Sulfato de Alumínio (Al2(SO4)3).

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Envasadores de água mineral participam de reunião na Svisa


        A coordenação de Alimentos da Superintendência de Vigilância Sanitária e Ambiental – Svisa reúne às 15 horas de hoje com os proprietários e os responsáveis técnicos das envasadoras de água mineral sediadas no Estado de Goiás, no seu auditório. O principal objetivo do evento é discutir com 20 envasadoras a Resolução da Anvisa/Ministério da Saúde, se refere às Boas Práticas de Fabricação.



quinta-feira, 1 de julho de 2010

Aumento no preço da Água Mineral

Caros Clientes

        Água Mineral sofreu aumento de aproximadamente R$ 1,00 devido ao aumento do custo operacional da cadeia de produção da água mineral no Estado Rio Greande do Sul,. Neste ano muitos aumentos aconteceram, como por exemplo: Aumento da Folha de Pagamento, Custo dos Seguros, combustiveis, Matéria Prima, etc …

Gratos pela Compreensão
Água Saudável Ditribuidora Ltda

domingo, 6 de junho de 2010

Água mineral polonesa homenageia Chopin

cisowianka_01

        A água mineral da Polônia, Cisowianka Perlage, agora é vendida em garrafas temáticas dedicadas ao ano de Chopin. O rótulo foi desenhado pelo famoso artista polonês Andrzej Pagowski.

         O design único da garrafa torna a água mineral um produto ideal para recepções e jantares elegantes. O nome – Perlage – é parecido com um método único de saturação da água com gás carbônico orgânico natural – realizando bolhas que são notavelmente suaves e que se mantém na água por mais tempo do que quando é submetida a infusões comuns.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Prêmio Diamante


         A Água Saudável Distribuidora esteve na cidade de Gramado/RS onde recebeu a mais alta comenda da Master pesquisa: o Prêmio Diamante. O Prêmio Diamante é concedido somente o melhor do Prêmio Nacional em todos os setores.

         A Água Saudável Distribuidora orgulha-se em muito de receber a mais alta comenda da Master, sendo reconhecido pelo povo através de pesquisa que está registrada junto ao Conselho Regional de Estatística e ao Conselho Federal de Estatística.

        Agradecemos também aos nossos colaboradores que nos deram mais esse prêmio, fruto desse resultado.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

GRÊMIO TERÁ ÁGUA MINERAL COM SUA MARCA


Tricolor fechou parceria para prdução da linha descartável, pois na agua mineral de 20 litros já é produzida.


Na manhã desta sexta-feira, no estádio Olímpico Monumental, o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense assinou parceria com uma empresa especializada para colocar no mercado água mineral com a sua marca.

O objetivo é ampliar ainda mais a atuação no setor alimentício que já conta com produtos do Tricolor como arroz, queijo, biscoito, energéticos, entre outros. Garrafas de 500 ml, 1,5 litros e galão com 5 litros em breve estarão à disposição do torcedor.

O vice-presidente Cesar Pacheco salientou a importância da parceria enaltecendo a qualidade da água que chegará ao consumidor: “um produto como esse tem tudo a ver com esporte”, vibrou Pacheco.

A água mineral (com e sem gás) virá de fontes em Santa Catarina e Paraná que abastecerá todo o sul do Brasil. No encontro de hoje que fechou a parceria com a GolStore, além de Cesar Pacheco, a presença de Fabiano Veronezi, responsável pelo licenciamento da marca Grêmio, e Antônio Queiroz Neto e Patrick Schreiber, respectivamente Representante Comercial-Nacional e Licenciamento da GolStore.



quinta-feira, 29 de abril de 2010

Aniversário Bebidas Fruki/Água da Pedra

        Na edição de hoje do jornal O Informativo do Vale, está publicado o anúncio em comemoração ao aniversário dos 86 anos da Indústria de Bebidas FRUKI. Este traz, através de diversas imagens antigas e atuais, parte da história da empresa. A idéia foi mostrar as mudanças que ocorrem com o passar do tempo e destacar que apesar disto, a FRUKI não muda seu amor por aquilo que faz.


sábado, 24 de abril de 2010

Garrafões Novos

        Á Empresa Água Saudável Distribuidora vem, nos ultimos meses, renovando de forma contínua seu estoque de garrafões. Esta medida visa deixar o aspecto e a qualidade da água mineral acima de qualquer suspeita.

        A frisar, nosso funcionários trabalham com uniformes brancos com o logotipo da empresa na parte da frente e na costas. Usamos o branco como uniforme padrão por estarmos lidando com um produto que é considerado alimento e delicado.


Leandro Greff

Diretor

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

CONFORME PROMETIDO SEGUE INTEGRA DA POSTAGEM

Senadores defendem redução de impostos para a água mineral


      Senadores e representantes do segmento de água mineral brasileiro defenderam nesta quarta-feira (7) a diminuição da carga tributária incidente sobre o produto, que pode alcançar até 57,43%. E estranharam, a exemplo do senador Neuto de Conto (PMDB-SC), que a água mineral seja tributada como bebida alcoólica ou refrigerante, igualando-se, por exemplo, à cerveja.
      O senador Oswaldo Sobrinho (PTB-MT) concordou e defendeu a diminuição em larga escala da carga tributária incidente sobre a água mineral. Lembrou que o Brasil é o quarto produtor mundial de água mineral, sendo que a venda do produto no mercado interno já superou a de refrigerantes.
      As afirmações foram feitas durante audiência pública realizada em conjunto pelas comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Assuntos Econômicos (CAE) atendendo a requerimento do senador Neuto de Conto.


Carga pesada


      Atualmente, conforme informou o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam), Carlos Lancia, a taxação direta cobrada sobre a água mineral alcança 44%. Com a cobrança da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) o total pode chegar a 57,43% o que considera um absurdo.
      Carlos Lancia lembrou que a água é o produto mais importante do planeta, a exemplo do oxigênio, e que, por isso, deve merecer tratamento diferenciado. Como exemplo, informou que em vários países, incluindo o México, a alíquota incidente sobre o produto é zero.
No entanto, o coordenador de estudos tributários da Secretaria da Receita Federal, Jefferson Rodrigues, disse que o segmento de água mineral já possui carga tributária diferenciada em relação a alguns produtos. Como prova, informou que o PIS/COFINS incidente sobre a água mineral varia de 2% a 6% enquanto para outros produtos e serviços o imposto cobrado é de 9,25%. Jefferson Rodrigues lembrou que no México a alíquota é zero para todos os produtos alimentícios, e não somente para a água mineral.
      No entender do representante da Secretaria de Geologia e Mineração do Ministério das Minas e Energia, Carlos Nogueira, o governo vem buscando saídas para ajustar a cobrança do CFEM sobre a água mineral. Mas informou que mais de 60% da alíquota dessa compensação financeira vai para os cofres dos municípios mineradores, gerando emprego e renda e solidificando cada vez mais o setor.
Também tomou parte dos debates o diretor adjunto da Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA), Luiz Armando Erthal, que defendeu a desregulamentação de vários produtos, a exemplo da água mineral.
Cláudio Bernardo / Agência Senado


PORTARIA Nº 374, DE 1º OUTUBRO DE 2009 DOU de 07/10/2009

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL
Aprova a Norma Técnica que dispõe sobre as Especificações Técnicas para o Aproveitamento de água mineral, termal, gasosa, potável de mesa, destinadas ao envase, ou como ingrediente para o preparo de bebidas em geral ou ainda destinada para fins balneários, em todo o território nacional, revoga a Portaria nº 222 de 28 de julho de 1997, publicada no D.O.U. de 08 de agosto de 1997 e dá outras providências.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL - DNPM, no uso das atribuições que lhe confere o art. 17 do Regimento Interno do DNPM, aprovado pela Portaria MME nº 385, de 13 de agosto de 2003, e considerando a necessidade de disciplinar e uniformizar os procedimentos a serem observados na outorga e fiscalização das concessões para aproveitamento de água mineral, termal, gasosa, potável de mesa, destinadas ao envase, ou como ingrediente para o preparo de bebidas em geral ou ainda destinada para fins balneários, em todo o território nacional,
RESOLVE:

      Art. 1º Fica aprovada a Norma Técnica nº 001/2009, que dispõe sobre as “Especificações Técnicas para o Aproveitamento de água mineral, termal, gasosa, potável de mesa, destinadas ao envase, ou como ingrediente para o preparo de bebidas em geral ou ainda destinada para fins balneários”, em todo o território nacional, na forma do Anexo a esta Portaria.
      Art. 2º Os titulares de concessões de lavra e manifesto de mina de água mineral, termal, gasosa, potável de mesa, destinadas ao envase, ou como ingrediente para o preparo de bebidas em geral terão o prazo de 01 (um) ano para se adequar ao disposto nesta Portaria, a contar da sua publicação.
      Art. 3º A Comissão Permanente de Crenologia proporá ao DNPM, que publicará no D.O.U., no prazo de 90 (noventa) dias, o Roteiro Técnico para elaboração do Projeto de Caracterização Crenoterápica a que se refere o item 5.4.4. da Norma Técnica instituída por esta portaria.
      § 1º. Os titulares de concessão de lavra ou manifesto de mina de água mineral ou termal para fins balneários ou que já tenham apresentado o requerimento de concessão de lavra, deverão, no prazo de 180 (cento e oitenta dias), a contar da publicação referida no caput, apresentar em complementação ao Plano de Aproveitamento Econômico, o Projeto de Caracterização Crenoterápica.
      § 2º. No prazo de um ano, a contar da publicação do Roteiro Técnico, independentemente da manifestação da Comissão Permanente de Crenologia, o tilular de concessão de lavra ou de manifesto de mina de água mineral ou termal para fins balneários deverá adotar as medidas propostas no referido documento apresentado.
      § 3º. A Comissão Permanente de Crenologia poderá recomendar ao DNPM a aprovação do novo PAE, com o aditivo do Projeto de Caracterização Crenoterápica ou propor a formulação de exigências ao titular do direito minerário, para a perfeita adequação e aprovação, sob pena das sanções previstas na legislação.
      Art. 4º Fica revogada a Portaria nº 222, de 28 de julho de 1997, publicada no D.O.U. de 08 de agosto de 1997.
     Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

MIGUEL ANTONIO CEDRAZ NERY